Glória ou Morte se tornou apenas outra história…

Prontos para mais um passeio no mundo Rock’N’Roll que existe lá fora?

Hoje falarei  de uma banda muito especial, não só para mim, mas ela foi a responsavel por muita gente gostar de punk rock e mais do que isso, não ser xiita dentro do estilo.

Essa banda em especial devia ter alguma estátua em um parque publico ou nome de rua com os seus integrantes, pois eles foram importantes e diferentes desde o começo!

Formada em 1976 como parte da primeira onda do punk rock britânico, mas eles foram além do punk, experimentaram outros gêneros musicais, como reggae, ska, dub, funk, rap e rockabilly. Durante grande parte de sua carreira, consistiu, na maior parte do tempo de sua formação original, com exceção do baterista, que deixou o grupo em 1982, e atritos internos resultaram na saída de Jones no ano seguinte. O grupo prosseguiu com novos membros, mas acabou no início de 1986.

Letras politizadas, experimentação musical e atitude rebelde tiveram uma influência profunda no rock, em especial no rock alternativo. Eles são amplamente referidos como “a única banda que importa”, uma alcunha comercial originalmente introduzida pela gravadora do grupo, a CBS. Em janeiro de 2003, a banda, incluindo o baterista original, Terry Chimes, foi introduzida no Rock and Roll Hall of Fame. Em 2004, a Rolling Stone classificou-os como trigésimo maior artista de todos os tempos.

Ainda não sabem de quem estou falando?

The Clash

Estou falando do The Clash!

Formado originalmente por John Mellor, mais conhecido como Joe Strummer (vocais, guitarra rítmica), Mick Jones (vocais, guitarra), Paul Simonon (baixo e vocais), Keith Levene (guitarra guia) e Terry Chimes, creditado no primeiro LP como “Tory Crimes” (bateria), o Clash foi formado em Londres em 1976 durante a primeira leva do punk britânico. Strummer fazia parte dos The 101ers e Jones e Simonon da lendária banda de proto-punk London SS. Por influência do empresário Bernie Rhodes, Levene e Simonon recrutaram Strummer. Estava formado o Clash. Keith Levene foi o guitarrista da banda neste começo, mas depois de cinco shows abandonou o grupo sob circunstâncias ambíguas.

Depois do lançamento do primeiro álbum do Clash, Chimes foi substituído pelo baterista Topper Headon. Inicialmente a banda foi conhecida por sua visão extremamente esquerdista e pelas roupas que eles pintavam com slogans revolucionários. O primeiro show foi em 1976 como banda de apoio dos Sex Pistols, e então eles assinaram contrato com a CBS Records. O Clash lançou seu primeiro compacto (“White Riot”) e seu primeiro álbum (The Clash) em 1977, alcançando sucesso considerável no Reino Unido. Apesar disso a CBS se recusou a lançá-los nos Estados Unidos, só o fazendo dois anos depois.

The Clash, Time Square, NY, 1981

The Clash, Time Square, NY, 1981

The Clash foi um álbum de punk rock britânico seminal. A maioria das canções eram porradas de 2-3 minutos, mas as composições e melodias superiores destacaram Strummer e Jones entre a maioria de seus contemporâneos. Incluiria também a primeira evidência de sua habilidade, que se repetiria por toda a carreira da banda, de absorver um estilo musical e dar a ele uma atmosfera própria, aqui com uma versão do clássico do reggae “Police and Thieves”.

Seu álbum seguinte, Give ‘Em Enough Rope, foi o primeiro a apresentar Topper Headon em todas as faixas. Rope foi lançado em 1978, alcançando a segunda colocação na parada de sucessos britânica mas fracassando em sua tentativa de penetrar no maior mercado mundial de canção, os Estados Unidos.

O sucesso de crítica e de vendas do Clash nos Estados Unidos veio com London Calling, um álbum duplo lançado em 1979 (pelo preço de um simples, por exigência da banda). Além do punk, apresentava uma gama variada de estilos, incluindo o rockabilly e reggae. É considerado o melhor álbum do Clash, e foi eleito um dos 10 melhores álbuns de sempre pela revista Rolling Stone.

O classico album "London Calling"

O classico album "London Calling"

A seguir veio Sandinista!, álbum triplo pelo preço de um duplo, lançado no final de 1980. A banda continuou seus experimentos com o reggae e o dub, se expandindo em direção a outras técnicas de produção e estilos musicais, que incluíam jazz e hip-hop. O resultado confundiu os novos fãs e as vendas caíram, embora tenham se saído melhor nos E.U.A. Depois do lançamento de ‘’Sandinista!’’, o Clash entrou em sua primeira turnê mundial, visitando países da Ásia e da Oceania.

Em 1982, a banda retornou com o mais vendido de seus álbuns, Combat Rock, apresentando os sucessos “Rock The Casbah” e “Should I Stay Or Should I Go?”.

Apos alguns desentendimentos o grupo se desmancha em 1986. Mas não acaba, pois continua na cabeça de muitos até hoje!

@GutemHC

P.S.: Em 1983, já conhecidos e famosos, eles embarcam em um trem em Londres e  começam a fazer um show que durou a viagem inteira. Totalmente de graça. Depois de tocarem, tiraram fotos com os fãs e deram alguns autógrafos. Atitude é pra quem tem!

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