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De Eyjafjallajoekull à Reykjavík


Fugindo um pouco da visão “punk” que vocês adquiriram sobre a minha pessoa, hoje falarei sobre um livro que li a alguns anos atrás e, mais do que registro de estilos musicais, é o registro de um pais inteiro!
“Rumo à Estação Islândia” de Fábio Massari, ex-VJ da MTV, é um misto de diário de viagem com um jornalismo gonzo investigativo. Registrando “in loco” a cena musica de Reykjavík, capital da Islândia, e imediações.

Para quem conhece o ex apresentador do “Lado B MTV” vai identificar a narrativa “massariana”, onde chega a tratar sua coleção de LP´s como uma pessoa, se referindo a ela na terceira pessoa.

Para o leigo em sons “indie”, quando se fala em Islândia pensasse em Björk, realmente ela é a “que deu certo”, mas não quer dizer que seja a melhor (também não estou dizendo que é a pior ou que não é boa…) ou a unica, mas a Islândia, apesar de ser uma ilha minúscula, é maior que isso.

Realmente em vários momentos no livro é falado sobre esse “estigma da Björk”, a verdade é que muitas bandas quebraram a barreira do idioma impronunciável e fizeram/fazem sucesso fora de lá!

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Grunge is Dead… Parte 3

Depois de duas semanas (semana conturbada com entregas de trabalhos, fim do semestre, sabem como é né…) vou retomar à essa Retrospectiva e projeção sobre o Grunge. Veja os dois posts anteriores aqui e aqui.

A banda da vez é o Stone Temple Pilots ou STP pra abreviar.

O STP só foi batizado com esse nome devido ao sucesso e visibilidade que estavam alcançando, tocando em bares de San Diego. Com a explosão das bandas de Seattle, o STP embarcou e emplacou o single “Plush” nas paradas. Apesar de serem muito criticados por dizerem que a banda fazia uma mistura de Alice in Chains com Pearl Jam. Não há como não perceber que a forma de cantar de Scott remeta a Eddie Vedder vocalista do Pearl Jam.

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Doves

O Doves vem da safra que traz bandas para alargar o quadro dos britpops inaugurado por Oasis, Verve, Radiohead e outros e que pretende formar um esquadrão de peso com suaves melodias, letras sofisticadas mas não chatas, inteligentes mas não torturadoras e claro com pitadas das influências de cada qual.



Recentemente, a banda inglesa (Manchester) formada por Jimi Goodwin (voz, baixo e eventualmente bateria), Jez Williams (bateria e voz) e seu irmão gêmeo Andy Williams (guitarra e voz), lançaram a coletânea intitulada “The Places Between: The Best of Doves”, com 1 disco com as melhores músicas da banda, sucedido por um disco de lados B e versões alternativas, e um terceiro disco que se trata de um DVD com os vídeoclipes da banda.




Banda formada em 1998, com 4 discos no currículo, o Doves acaba de anunciar um recesso de dois anos em que não pretendem entrar em estúdio para lançar material inédito.

Andalucia é o single de divulgação do disco. Infelizmente não pude colocar o clipe oficial da música por que a EMI bloqueou o link de incorporação de vídeos no Youtube. É uma pena por o clipe tem uma fotografia muito boa. Mas deixo aqui uma versão “acústica” para um programa da tevê inglesa.



#nowplaying – Queens of the Stone Age – Song for the Death