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Glória ou Morte se tornou apenas outra história…

Prontos para mais um passeio no mundo Rock’N’Roll que existe lá fora?

Hoje falarei  de uma banda muito especial, não só para mim, mas ela foi a responsavel por muita gente gostar de punk rock e mais do que isso, não ser xiita dentro do estilo.

Essa banda em especial devia ter alguma estátua em um parque publico ou nome de rua com os seus integrantes, pois eles foram importantes e diferentes desde o começo!

Formada em 1976 como parte da primeira onda do punk rock britânico, mas eles foram além do punk, experimentaram outros gêneros musicais, como reggae, ska, dub, funk, rap e rockabilly. Durante grande parte de sua carreira, consistiu, na maior parte do tempo de sua formação original, com exceção do baterista, que deixou o grupo em 1982, e atritos internos resultaram na saída de Jones no ano seguinte. O grupo prosseguiu com novos membros, mas acabou no início de 1986.

Letras politizadas, experimentação musical e atitude rebelde tiveram uma influência profunda no rock, em especial no rock alternativo. Eles são amplamente referidos como “a única banda que importa”, uma alcunha comercial originalmente introduzida pela gravadora do grupo, a CBS. Em janeiro de 2003, a banda, incluindo o baterista original, Terry Chimes, foi introduzida no Rock and Roll Hall of Fame. Em 2004, a Rolling Stone classificou-os como trigésimo maior artista de todos os tempos.

Ainda não sabem de quem estou falando?

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Deus salve a Rainha!

Lembro quando era pequeno e vi na TV uns sujeitos de cabelo arrepiados, calças rasgadas e voz desafinada, mas cantando no tempo, repetia um refrão dizendo que todos nós eramos uns “Sem futuros”. Aquele riff ecoando pelo meu canal auditivo e atingindo o meu cérebro com energia e vigor. Fiquei hipnotizado com o show. Não entendia o que eles falavam nem a importância deles. Só iria descobrir isso uns 7 anos depois.

O ano era 1993. Eu tinha 7 anos.

Como disse no ultimo post, Malcom McLaren foi um dos maiores responsáveis pela propagação do punk-rock no Reino Unido. Ele tinha uma loja chamada “Let It Rock”, uma loja de roupas para a nova geração de teddy boys – filhotes das gangues originais, surgidas nos idos de 53. Desde então, McLaren tornou-se uma celebridade entre músicos e modernos londrinos.

Em 1973, os integrantes da banda protopunk “New York Dolls” entram na “Let It Rock”. O visual da banda (uma mistura de glitter e sadomasoquismo) conquista McLaren e ele vira seu empresário. Em Nova Iorque, percebe o quanto os New York Dolls estavam ultrapassados e pula fora. Leva a semente do Punk para a terra da Rainha.

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